Archive for the 'das confissões' Category

Serendipity…

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Foi um desses encontros…

… desses que a gente espera viver quando vê na tela do cinema…

… desses que a gente chega em casa e corre pro violão e faz música inédita…

… desses que a gente quer repetir no dia seguinte e depois e depois e depois…

… desses que a gente sente o coração acelerar ao ver o nome que aparece na tela quando toca o celular…

… desses que a gente imagina como seria a longo prazo…

… desses que a gente pergunta “qual o seu signo?” e tem vontade de fazer mapa astral, só pro universo confirmar o que já se sente…

… desses que a gente se despede e deixa ao acaso porque talvez seja melhor assim…

… desses que a gente sente falta do sorriso, da voz, do olhar e da barba por fazer de manhã, ao acordar… e pensa seriamente em pegar um carro, um ônibus, um avião ou um disco voador, só pra se encontrar…

… porque sou dessas.

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Surpresa…

Os sinos da meia-noite. Os mimos escondidos pela casa. O aniversário depois da aula. O abraço atrás do balcão. A música que teve endereço certo. A chuva de chocolates no carro do primeiro encontro. O cartão das rosas à espera no camarim. O telefonema de longe. As luzes da noite de Lisboa. O carro, o cais e o porto. A invenção de palavras únicas do outro lado do oceano. Os sussurros nos corredores do hotel. A festa de despedida. O reencontro no aeroporto bem longe daqui. O video-presente-romântico mais lindo do mundo. O SMS do dia seguinte. O envelope nos pés da árvore de Natal. As coincidências, ironias do destino. O beijo interminável da festa que estava no fim. Aquele que tentou ocupar o lugar do outro… e o que veio depois que, sem tentar, conseguiu.

***

E ontem veio você, com aquela bandeira branca. E eu, que sempre amei as belas surpresas, tive medo. A overdose de adrenalina do presente no meu corpo, contrastava com as lembranças ainda vivas do passado. Nada daquilo fez o menor sentido até o momento em que, mais calma, consegui enxergar poesia na cor dos seus olhos.

Que venha a brisa fresca, a conversa derradeira e o acento certeiro em cada vogal que dele precise. Que venha o inesperado, então. E o recomeço súbito de histórias que nunca tiveram fim.

Era uma vez…

Só mais um minutinho…

Nada melhor pra continuar o “Desafio dos 50 dias”, do que o quarto item da lista:

  • Dia 4: Uma foto que represente seu maior defeito

“Daqui a pouco eu vou…”

“Já já eu faço…”

“Amanhã eu começo…”

“Logo logo eu escrevo…”

Eis o meu maior defeito: PROCRASTINAÇÃO. A arte de deixar pra amanhã o que você pode fazer hoje, ainda que tenha todo tempo do mundo.

Fazer a mala de última hora é um exemplo. A faxina da casa, outro.

Já sabendo disso, criei uma técnica pra que esse defeito seja ônus meu e de mais ninguém. Odeio não ser pontual em compromissos importantes. Por isso, sempre que preciso acordar com hora marcada, coloco três despertadores diferentes pra tocar. Por exemplo: se o compromisso é às 8h, um alarme toca às 6h, outro às 6:15h e o último às 6:30h (com a função soneca ativada). Com isso, procrastino durante uma hora, levanto às 7h e a vida segue normalmente.

Bom, é melhor que eu poste logo esse texto… é muito fácil deixar pra amanhã.


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Renata Celidonio

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